Papa Celso Dolcetto di Dogliani Superiore 2019

PRODUTOR:
Marziano Abbona
PAÍS:
Itália
REGIÃO:
Piemonte
SELLER:
Seleção Adega
R$ 400
Pontuadíssimo, é um dos grandes exemplares da casta Dolcetto.

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Piemonte


A região do Piemonte tem na província de Cuneo, e na área conhecida como Langhe, as zonas produtoras de Barolo, Barbaresco, Roero e Alba, todas num raio de menos de 20 quilômetros partindo da cidade de Alba. É nessas colinas e encostas suaves que as vinhas dividem espaço com as árvores que produzem a avelã, outro famoso produto da região e é, também, nesses mesmos terrenos já tão prezados pelos gourmands que se esconde a trufa branca, a iguaria mais cara do mundo. As uvas brancas da região, como Arneis e Cortese, têm bom espaço nas taças locais, mas dividem internacionalmente o interesse com a Moscato, que produz os delicados e efervescentes Moscatos d'Asti. Mas esta é, indubitavelmente, uma região de uvas tintas como a Dolcetto, a Barbera e a Vespolina, além da ilustre Nebbiolo. Conheça mais sobre os vinhos da região na Revista Adega.

O VINHO ITALIANO


São pelo menos 3 mil anos de experiência na produção de vinhos. Historicamente os vinhedos sempre existiram na Itália. Os gregos introduziram a cultura do vinho no país 80 a.C, começando pelo Sul. Os etruscos também já produziam vinho de modo mais arcaico na Itália Central, mas foram os romanos que aperfeiçoaram a produção de Norte a Sul. Aperfeiçoaram especialmente a técnica de cultivo das videiras com a invenção do embardamento (usando arames). Classificaram as uvas de acordo com os solos mais adequados, passaram a usar madeira e cortiça. Há registros históricos que mostram que os vinhos eram armazenados sobre lareiras para obterem toques defumados. Além disso, difundiram o vinho pelo mundo. No século V, quando saíram da França, já haviam deixado as fundações para os vinhos de Bordeaux. Com a queda do Império Romano, muitas videiras foram arrancadas e substituídas por grãos e alimentos. No século XIX, quando o vinho italiano atingia seu auge, a filoxera dizimou a produção. No século XX, com o reestabelecimento da produção, pensava-se em atender a demanda com volume e pouca preocupação com qualidade, o que levou a má fama de determinados vinhos. A partir da década de 60 vinho italiano iniciou um processo de qualificação, o que levou a criação de DOCs– Denominazione di Origine Controllata – e muitos outros avanços que colocam o país no topo dos vinhos de alta qualidade e entre os mais procurados pelos colecionadores. Saiba mais na Revista Adega