Terre di San Vincenzo Sette Spezie Chardonnay IGP 2018

PRODUTOR:
Terre di San Vincenzo
PAÍS:
Itália
REGIÃO:
Puglia
SELLER:
LA PASTINA
R$ 98 R$ 83,30
Um delicioso Chardonnay italiano para sair do óbvio.

Terre di San Vincenzo



Contando com vinhas velhas da década de 1940, fincadas nos solos argilo-calcários de Manduria, Terre di San Vincenzo é a primeira marca de vinhos desenvolvida especialmente para a Família La Pastina. Elaborado a partir de parcelas selecionadas e apostando principalmente em variedades autóctones, a vinícola é um tributo a história e empenho de mais de 70 anos no mercado brasileiro. A coleção de vinhos é composta por La Nave, uma homenagem ao barco que trouxe a família da Puglia ao Brasil, passando por Sette Spezie, que conta a história das primeiras importações do grupo na cidade de São Paulo. Seu ícone é dal 1947, um Primitivo di Manduria que honra o ano de fundação desta importante curadora de enogastronomia.

O VINHO ITALIANO



São pelo menos 3 mil anos de experiência na produção de vinhos. Historicamente os vinhedos sempre existiram na Itália. Os gregos introduziram a cultura do vinho no país 80 a.C, começando pelo Sul. Os etruscos também já produziam vinho de modo mais arcaico na Itália Central, mas foram os romanos que aperfeiçoaram a produção de Norte a Sul. Aperfeiçoaram especialmente a técnica de cultivo das videiras com a invenção do embardamento (usando arames). Classificaram as uvas de acordo com os solos mais adequados, passaram a usar madeira e cortiça. Há registros históricos que mostram que os vinhos eram armazenados sobre lareiras para obterem toques defumados. Além disso, difundiram o vinho pelo mundo. No século V, quando saíram da França, já haviam deixado as fundações para os vinhos de Bordeaux. Com a queda do Império Romano, muitas videiras foram arrancadas e substituídas por grãos e alimentos. No século XIX, quando o vinho italiano atingia seu auge, a filoxera dizimou a produção. No século XX, com o reestabelecimento da produção, pensava-se em atender a demanda com volume e pouca preocupação com qualidade, o que levou a má fama de determinados vinhos. A partir da década de 60  vinho italiano iniciou um processo de qualificação, o que levou a criação de DOCs– Denominazione di Origine Controllata – e muitos outros avanços que colocam o país no topo dos vinhos de alta qualidade e entre os mais procurados pelos colecionadores. Saiba mais na Revista Adega.