Nadaría Merlot IGT 2018

PRODUTOR:
Cusumano
PAÍS:
Itália
REGIÃO:
Sicilia
SELLER:
LA PASTINA
R$ 73
Pelas mãos do grande produtor Cusumano a Merlot ganha uma expressão única.

Cusumano



A linha Nadaría apresenta vinhos descomplicados e fáceis de beber. Os vinhedos selecionados por Francesco Cusumano estão localizados principalmente nas colinas de Camporeale, no centro-oeste da Sicilia, o coração da vinicultura da ilha. O nome Nadaría significa um título honorário que foi usado na região para indicar a pessoa responsável pelo controle de qualidade dos vinhos na vinícola. Contando com o know-how de uma das mais importantes vinícolas da Itália, a Cusumano, seus vinhos revelam o caráter dos vinhos sicilianos, marcado pelo perfil frutado e por sua influência do mar Mediterrâneo.

O VINHO ITALIANO



São pelo menos 3 mil anos de experiência na produção de vinhos. Historicamente os vinhedos sempre existiram na Itália. Os gregos introduziram a cultura do vinho no país 80 a.C, começando pelo Sul. Os etruscos também já produziam vinho de modo mais arcaico na Itália Central, mas foram os romanos que aperfeiçoaram a produção de Norte a Sul. Aperfeiçoaram especialmente a técnica de cultivo das videiras com a invenção do embardamento (usando arames). Classificaram as uvas de acordo com os solos mais adequados, passaram a usar madeira e cortiça. Há registros históricos que mostram que os vinhos eram armazenados sobre lareiras para obterem toques defumados. Além disso, difundiram o vinho pelo mundo. No século V, quando saíram da França, já haviam deixado as fundações para os vinhos de Bordeaux. Com a queda do Império Romano, muitas videiras foram arrancadas e substituídas por grãos e alimentos. No século XIX, quando o vinho italiano atingia seu auge, a filoxera dizimou a produção. No século XX, com o reestabelecimento da produção, pensava-se em atender a demanda com volume e pouca preocupação com qualidade, o que levou a má fama de determinados vinhos. A partir da década de 60  vinho italiano iniciou um processo de qualificação, o que levou a criação de DOCs– Denominazione di Origine Controllata – e muitos outros avanços que colocam o país no topo dos vinhos de alta qualidade e entre os mais procurados pelos colecionadores. Saiba mais na Revista Adega.