Marañones Darío 2016

PRODUTOR:
Bodega Marañones
PAÍS:
Espanha
REGIÃO:
Madrid
SELLER:
World Wine
R$ 302
Nome de um dos netos do proprietário, Darío é elaborado com a autóctone Morate, que possui um estilo oposto ao da Garnacha.

MADRID



Vinos de Madrid é o título DO que abrange os vinhedos ao redor de Madrid, capital da Espanha. São três subzonas do Madrid DO refletem a diversidade de seus vinhos. Eles criam um semicírculo em torno dos subúrbios ao sul de Madri. O clima, embora em geral continental, é variável, e as diferenças na composição do solo em todo o DO sublinham a importância das subzonas: Arganda é a maior subzona, com mais de 50% dos vinhedos de Madri e 60% de sua produção total. O clima local é fortemente continental, com variações extremas de temperaturas sazonais. O solo é uma mistura de argila e cal. As variedades de uvas mais proeminentes da Arganda são Tinto Fino (o nome local de Tempranillo) para os tintos e Airen e Malvar para os brancos. Alguns vinhos rosés interessantes também são produzidos aqui.San Martin ocupa a parte mais oriental da Doe é o lar de quase 35% dos vinhedos da região, produzindo cerca de um quarto de seus vinhos. O clima é novamente continental, mas San Martín recebe mais chuvas (cerca de 635 mm / 25 polegadas por ano) do que seus vizinhos. As uvas Garnacha tinta prosperam neste clima e no solo rochoso. Albillo produz os melhores vinhos brancos. Navalcarnero  forma a seção intermediária do DO e produz 15% de seu vinho. O clima aqui é semelhante ao das outras subzonas de Madrid, mas o solo à base de areia e argila é pobre em nutrientes e cal. Garnacha é a principal uva. Existem várias outras variedades de uvas permitidas em cada subzona: Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah para os tintos e Moscatel, Parellada, Viura e Torrontes para os brancos.

MORATE



Morate é quase o oposto da Garnacha, tanto no tipo de viticultura, quanto no tipo de cacho. Cachos maiores e mais suculentos. Esta tem uma parte em comum com a Garnacha, que é a acidez, que é o que a faz lembrar a Garnacha, mas com um toque sempre um pouco mais vegetal, mais herbáceo e que faz vinhos não tão longos, tão diretos, mas com a fluidez que a Morate proporciona. É um pouco o conceito do vinho da sede, do vinho mais como aperitivo, do vinho que se costumava trabalhar no campo.