Vigna Lenuzza Rose Pinot Grigio 2018

PRODUTOR:
Vigna Lenuzza
PAÍS:
Itália
REGIÃO:
Friuli
SELLER:
Belle Cave
R$ 274
Orgânico, fermentado com leveduras selvagens e com a delicadeza extraída das peles da Pinot Grigio, este rosé é surpreendente!

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Vigna Lenuzza


É uma pequena vinícola familiar, com apenas 11 hectares de vinhedos situada na área de Prepotto, uma pequena aldeia na região de Friuli Venezia Giulia, na fronteira oriental da Itália.Fundada em 1954 por Gian Paolo Lenuzza, hoje é conduzida pela terceira geração da família, com o seu neto Daniele, enólogo, junto de sua esposa, Tanika. Daniele teve significativas experiências no estudo de enologia pelo mundo, com estágios na Austrália e na África do Sul, onde Tanika e ele se conheceram. Mas, acabou por retornar ao Friuli para assumir o negócio da família, cuidando dos seus vinhedos privilegiadamente localizados. O vale do rio Judrio é uma pequena faixa de terra com características pedológicas e climáticas únicas. Os ventos suaves e secos mantêm o microclima perfeito que confere aos vinhos sua delicada aromaticidade. Encontramos aqui grande variedade de solos, com marga de arenito e rochas calcárias sobre uma base de argila fina nas colinas circundantes suaves. Particular cuidado é dedicado ao cultivo dos vinhedos, respeitando o meio ambiente e buscando uvas saudáveis e maduras, desde o início de 2014 com a ajuda da agricultura orgânica, em um esforço para produzir vinhos autênticos e mais próximos do que que era produzido no passado, mas em uma cantina equipada com os mais modernos equipamentos, permitindo a produção de vinhos com o mais baixo teor de sulfitos possível. Com uma produção de excelentes vinhos de castas indígenas como a Ribolla e a Pinot Grigio, tem entre seus destaques a casta tinta Schioppettino, também chamada de Ribolla Nera ou Pocalza, que sobreviveu aos percalços políticos e econômicos deste território fronteiriço, entre terras italianas, germânicas e eslavas. A associação de produtores de Schioppettino em Prepotto, fundada em 2002 com o objetivo de promover estudos para garantir a qualidade e a característica típica desta casta, após a adoção de uma legislação de produção muito rigorosa, obteve em 2008 a designação geográfica do Cru ""Schioppettino di Prepotto"", como uma subzona da DOC.

O VINHO ITALIANO


São pelo menos 3 mil anos de experiência na produção de vinhos. Historicamente os vinhedos sempre existiram na Itália. Os gregos introduziram a cultura do vinho no país 80 a.C, começando pelo Sul. Os etruscos também já produziam vinho de modo mais arcaico na Itália Central, mas foram os romanos que aperfeiçoaram a produção de Norte a Sul. Aperfeiçoaram especialmente a técnica de cultivo das videiras com a invenção do embardamento (usando arames). Classificaram as uvas de acordo com os solos mais adequados, passaram a usar madeira e cortiça. Há registros históricos que mostram que os vinhos eram armazenados sobre lareiras para obterem toques defumados. Além disso, difundiram o vinho pelo mundo. No século V, quando saíram da França, já haviam deixado as fundações para os vinhos de Bordeaux. Com a queda do Império Romano, muitas videiras foram arrancadas e substituídas por grãos e alimentos. No século XIX, quando o vinho italiano atingia seu auge, a filoxera dizimou a produção. No século XX, com o reestabelecimento da produção, pensava-se em atender a demanda com volume e pouca preocupação com qualidade, o que levou a má fama de determinados vinhos. A partir da década de 60 vinho italiano iniciou um processo de qualificação, o que levou a criação de DOCs– Denominazione di Origine Controllata – e muitos outros avanços que colocam o país no topo dos vinhos de alta qualidade e entre os mais procurados pelos colecionadores. Saiba mais na Revista Adega.