Tenuta di Arceno Valadorna IGT 2019

PRODUTOR:
Tenuta di Arceno
PAÍS:
Italia
REGIÃO:
Toscana
SELLER:
World Wine
R$ 910
Blend elaborado majoritariamente com base em Merlot proveniente do vinhedo Valadorna, onde esta casta bordalesa expressa grande caráter mineral e ótimo frescor.

Tenuta di Arceno


A mistura de elementos modernos e tradicionais da Tenuta di Arceno transcende a categoria de Supertoscanos, por manter com orgulho sua proposta única da Cabernet Franc. Propriedade de 2.500 hectares, dos quais apenas 223 são plantados com vinhas, Tenuta di Arceno está localizada na província de Siena, no coração da região de Chianti Classico. Estes 223 hectares são divididos em mais de 60 parcelas de vinhedos, cada qual com seu “terroir”, com diversos solos e altitudes, que foram cuidadosamente estudadas e plantadas com as melhores vinhas para cada parcela. Por trás destes incríveis vinhos está Pierre Seillan, viticultor e enólogo francês reconhecido por seus trabalhos no Loire, em Bordeaux e posteriormente na California.

O VINHO ITALIANO

São pelo menos 3 mil anos de experiência na produção de vinhos. Historicamente os vinhedos sempre existiram na Itália. Os gregos introduziram a cultura do vinho no país 80 a.C, começando pelo Sul. Os etruscos também já produziam vinho de modo mais arcaico na Itália Central, mas foram os romanos que aperfeiçoaram a produção de Norte a Sul. Aperfeiçoaram especialmente a técnica de cultivo das videiras com a invenção do embardamento (usando arames). Classificaram as uvas de acordo com os solos mais adequados, passaram a usar madeira e cortiça. Há registros históricos que mostram que os vinhos eram armazenados sobre lareiras para obterem toques defumados. Além disso, difundiram o vinho pelo mundo. No século V, quando saíram da França, já haviam deixado as fundações para os vinhos de Bordeaux. Com a queda do Império Romano, muitas videiras foram arrancadas e substituídas por grãos e alimentos. No século XIX, quando o vinho italiano atingia seu auge, a filoxera dizimou a produção. No século XX, com o reestabelecimento da produção, pensava-se em atender a demanda com volume e pouca preocupação com qualidade, o que levou a má fama de determinados vinhos. A partir da década de 60  vinho italiano iniciou um processo de qualificação, o que levou a criação de DOCs– Denominazione di Origine Controllata – e muitos outros avanços que colocam o país no topo dos vinhos de alta qualidade e entre os mais procurados pelos colecionadores. Saiba mais na Revista Adega.