Douro também é terra de grandes Syrahs

A Syrah se dá bem no Douro? Há vários pontos a favor. Por exemplo: a uva nativa do Rhône adora climas secos e solos pedregosos profundos. E assim como a Côte Rôtie, o Douro tem encostas rochosas e íngremes com camadas de cascalho, xisto, calcário, ferro, granito e solos arenosos.

Nesse meio, a Syrah gera vinhos escuros, densos, encorpados, redondos, com acidez fresca e taninos aveludados. Uma das uvas “estrangeiras” de maior sucesso em Portugal, a Syrah ocupa cerca de 3% das plantações portuguesas, com especial destaque para o Alentejo, Lisboa, Tejo e Setúbal, agora também no Douro.

A Syrah (Shiraz, na Austrália), tem uma origem controversa. Muitos livros registram como sendo originária da Pérsia, da região homônima de Syrah, famosa por seus tapetes. A variedade teria sido introduzida no Rhône por cavaleiros na época das Cruzadas, no século 12 ou 13.

Entretanto, em 1999, uma pesquisa baseada no DNA, realizada na Universidade da Califórnia e no Institut National de la Recherche Agronomique de Montpellier, concluiu que a Syrah é resultado do cruzamento natural de duas uvas do sudeste da França, a Dureza e Mondeuse Blanche.

Curiosidade: Uma das uvas “estrangeiras” de maior sucesso em Portugal, a Syrah ocupa cerca de 3% das plantações portuguesas.

 

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Tinto elaborado exclusivamente a partir de Syrah, com estágio de 10 meses em barricas de carvalho francês, sendo 20% novas.

Revela na taça aromas de ameixas, cassis e mirtilos acompanhadas de notas florais, de ervas e de especiarias. Encorpado e balanceado, tem taninos tensos e de grãos finos, acidez refrescante e final denso e longo, com toques defumados, terrosos, de tabaco e de grafite.

Está muito bom agora, mas tem tudo para ficar ainda melhor nos próximos 5 anos. O Quinta da Romaneira Syrah 2017 recebeu 91 pontos pela Wine Enthusiast.

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